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Papel das Corregedorias e combate ao assédio eleitoral dão continuidade ao 53º CCORELB

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Dando continuidade ao 53º Encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais do Brasil (CCORELB), o advogado e representante da (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), José Paes Neto, ministrou palestra sobre “Integridade Eleitoral e o papel das Corregedorias”, na tarde desta sexta-feira (26.01), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.  

O palestrante destacou que a particularidade do sistema eleitoral brasileiro, que é responsável por emitir resoluções normativas relativas ao pleito, coloca o sistema de governança brasileiro a mercê de questionamentos. “O modelo brasileiro impõe o desafio à Justiça Eleitoral de conduzir o processo eleitoral de forma transparente, buscando maior eficiência e neutralidade do processo eleitoral, principalmente neste cenário atual de descrédito e desconfiança. Nesse sentido, é necessário estabelecer padrões de trabalho, de informação e de rotinas de trabalho em todos os Cartórios Eleitorais brasileiros, tanto do ponto de vista administrativo quanto jurisdicional, papel que é de fundamental importância e cabe às Corregedorias Eleitorais”.

Ainda nesta tarde, foi apresentado o resultado da Reunião de Representantes das Corregedorias, pelo secretário da Corregedoria Regional Eleitoral de São Paulo, André Luiz Pavim, e o resultado da Reunião de Assessores(as) e Coordenadores(as) de Comunicação Social, pelo assessor de comunicação do TRE-MT, Daniel Dino de Sousa Cardoso.

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Esta última foi realizada pela primeira vez dentro do Encontro do CCORELB, resultado da inédita proposição do TRE-MT, anfitrião desta edição do evento. Estiveram presentes responsáveis pela comunicação dos Estados de Goiás, Rio Grande do Sul, Acre, Maranhão, Distrito Federal, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Sergipe, Amapá, além de Mato Grosso. Realizada na quinta-feira (25.01), a reunião contou ainda com a presença da corregedora anfitriã, desembargadora Serly Marcondes Alves, e da secretária de Gestão de Pessoas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Thayanne Fonseca Pirangi Soares.

Foram elaboradas e apresentadas aos corregedores e corregedoras eleitorais as seguintes deliberações: propor a construção de uma resolução específica para autorização dos profissionais de imprensa exercerem seu ofício dentro dos locais de votação; inserção do Guia de Orientações aos Mesários e Coordenadores de Local de Votação de como se relacionar com a imprensa no treinamento dos mesários; propor a produção de um vídeo pelo TSE que destaque a importância do curso de mídia training para chefes de cartórios e coordenadores de local de votação.

Outra palestra realizada neste último dia do CCORELB trouxe o tema “Combate ao assédio eleitoral”, que foi ministrado pela procuradora do Trabalho e assessora de Apoio Institucional na Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Carolina Pereira Mercante. Ela apontou que no último pleito foram recebidas 2.360 denúncias de assédio eleitoral, com o total de 1.808 empresas ou pessoas investigadas. “Tivemos muitas denúncias nas Eleições 2022 e, com isso, conseguimos ajuizar ações e agir com relação ao combate a esta prática. Para este ano, vamos intensificar campanhas no sentido de conscientizar toda a sociedade. É muito importante ressaltar que o empregador não pode coagir o empregado a votar em determinado candidato ou candidata, nem obriga-lo a pedir voto ou fazer campanha”, explicou.

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A programação conta também com a fala da vice-presidente e corregedora regional eleitoral da Paraíba, desembargadora Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas, sobre o assunto “Dificuldades enfrentadas nas requisições de servidores para a Justiça Eleitoral”. Em seguida, o tópico “Implantação do Juízo de Garantias na Justiça Eleitoral” é abordado pelo vice-presidente e corregedor regional eleitoral de Minas Gerais, Ramon Tácio de Oliveira.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem que mostra a palestrante do evento, com um microfone na mão e, atrás dela, aparece o telão do evento com o slide da apresentação feita por ela.

Fonte: TRE – MT

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Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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