MATO GROSSO

Papiloscopistas de Mato Grosso participam de curso nacional sobre confronto de impressões digitais

Publicado em

Três papiloscopistas da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT) participaram do Curso de Metodologia para Confronto de Impressões Digitais – Método ACE-V, promovido entre os dias 6 e 10 de abril, em Brasília. A capacitação foi ofertada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O curso foi ministrado por papiloscopistas da Polícia Federal do Brasil, vinculados ao Instituto Nacional de Identificação (INI), e contou com a participação do diretor do instituto, Alex Halti Cabral.


A formação teve como foco o método ACE-V, uma metodologia científica aplicada no confronto de impressões papilares, baseada em quatro etapas fundamentais: análise, comparação, avaliação e verificação. O procedimento é amplamente utilizado para garantir maior precisão e confiabilidade nos processos de identificação humana.

Participaram da capacitação os papiloscopistas Silvanilde Teixeira, de Barra do Garças, Sulivan Cardoso e Joselaine Duarte, ambos de Cuiabá.


Para Silvanilde a capacitação ofertada pela Senasp, foi muito relevante para o aprimoramento técnico da atividade pericial.

“Esse curso proporciona aumentar a objetividade no confronto das impressões papilares por meio do método ACE-V, garantindo que o processo pericial seja realizado de forma estruturada, rastreável e baseada em etapas claras; Análise, Comparação, Avaliação e Verificação. Para nós, papiloscopistas, isso significa reduzir ao máximo a subjetividade e os vieses na identificação criminal, fortalecer a cadeia de custódia lógica das conclusões e elevar a credibilidade técnica da perícia papiloscópica em juízo. Além disso, o curso padroniza a atuação da categoria, qualifica os laudos periciais e alinha nosso trabalho às melhores práticas internacionais, reforçando a confiabilidade do método científico aplicado às impressões digitais”, afirmou.

Leia Também:  Sema orienta visitantes sobre horário e regras de acesso ao Parque Mãe Bonifácia

A capacitação reforça o compromisso da Politec-MT com a melhoria contínua dos serviços prestados à população, garantindo maior precisão nos processos de identificação humana e contribuindo diretamente para a efetividade da justiça e da segurança pública.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Governo licita R$ 410,2 milhões em obras de infraestrutura em 13 cidades de MT

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA