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Parceria entre Sema e município de Itaúba evita inutilização de bens apreendidos em área de difícil acesso

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Equipe de fiscalização a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), com apoio da Força Tática da Polícia Militar de Mato Grosso, apreendeu nesta quarta-feira (22.4), no município de Itaúba, uma caminhonete S/10, cinco motocicletas, 01 motosserra, 01 aparelho celular e 795 tábuas de madeira castanheira, em duas serrarias móveis, localizadas em área rural.

A secretária-adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto, destaca que, seguindo determinação do governador Otaviano Pivetta, a Superintendência de Fiscalização realizou todas as tratativas para formalização de parceria com o município visando assegurar o transporte e guarda do material apreendido.

“Conseguimos viabilizar a parceria com o município de Itaúba para a retirada da serraria móvel e do material apreendido que estavam em local de difícil acesso, evitando dessa forma eventual inutilização”, afirmou a secretária-adjunta.

No último dia 13, o Governo de Mato Grosso, Ministério Público Estadual (MPE) e a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) formalizaram Memorando de Entendimento para uniformização dos procedimentos de apreensão, remoção, guarda, destinação e eventual inutilização de máquinas, equipamentos e instrumentos utilizados na prática de infrações ambientais, como desmatamento ilegal.

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No momento da apreensão nesta quarta-feira (22), o motorista da caminhonete, que fazia o transporte de combustível, foi preso em flagrante. As demais pessoas que estavam cometendo o ilícito ambiental fugiram em meio a vegetação.

A equipe da Força Tática fez buscas na região, mas não localizou os suspeitos.

Na caminhonete, os fiscais também encontraram um exemplar de peixe da espécie matrinxã, cuja pesca e transporte são proibidos. Os bens apreendidos, com exceção do aparelho celular que foi encaminhado à Delegacia para investigação, ficaram depositados na Prefeitura de Itaúba.

A atividade ilegal ocorria em área embargada, envolvendo o abate de espécie protegida, funcionamento de serraria sem licença, descumprimento de embargo, impedimento da regeneração natural da vegetação nativa e transporte e espécie da fauna silvestre protegida.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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