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Parceria inicia qualificação de reeducandos de Água Boa em instalação hidráulica

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Um grupo de 20 reeducandos da Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, iniciou nesta terça-feira (11.3), uma qualificação profissional em instalador hidráulico.

O curso é promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial em Mato Grosso (Senai-MT) com apoio do programa Ser Família Capacita e vai proporcionar conhecimentos técnicos e práticos sobre instalação e manutenção de sistemas hidráulicos.

A iniciativa permitirá que os reeducandos adquiram uma nova qualificação e possam atuar em atividades profissionais ao progredir da pena privativa de liberdade. “Essa qualificação amplia as possibilidades de reinserção no mercado de trabalho após o cumprimento de pena e oferece ferramentas fundamentais para a transformação de vidas”, reforçou o diretor da penitenciária, Gilberto Oliveira.

Superando vulnerabilidades

O Ser Família Capacita foi idealizado pela primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, e oferta diversos cursos de qualificação profissional dentro das unidades prisionais. O programa tem o objetivo de auxiliar na superação de vulnerabilidades sociais e um dos públicos alvos do programa são pessoas privadas de liberdade.

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Estão em andamento qualificações como a ofertada na unidade feminina de Cáceres, em confeitaria e empreendedorismo para 20 reeducandas.

No Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, uma turma de 20 reeducandos começou o curso de eletricista de instalações prediais, com aulas em período integral.

Na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, vinte mulheres também estão sendo qualificadas em elétrica predial.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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