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Participação Política Feminina é tema de reunião com representantes de partidos no TRE-MT

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) realizará, na próxima sexta-feira (05.12), uma reunião com representantes de partidos políticos para falar sobre a presença feminina na política. O bate-papo virtual tem como tema central “Política Partidária de Gênero: Aspectos Legais e Sociais” e está marcado para às 9h, pela plataforma Zoom.  

 

A abertura do evento será feita pela desembargadora Serly Marcondes Alves, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), e a mediação ficará por conta do secretário judiciário do Tribunal, Carlos Luanga Ribeiro Lima. 

 

Para participar do encontro, basta acessar a sala virtual clicando aqui, sem necessidade de inscrição prévia. O encontro tem como público-alvo dirigentes das agremiações partidárias, assim como profissionais das áreas do Direito, Contabilidade, Finanças e Administração. A atividade busca aprimorar a relação entre as instituições políticas e a Justiça Eleitoral. Além disso, o evento tem o intuito de instruir os participantes para uma abordagem ética e profissional em relação às questões de relevância social. 

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Na programação do bate-papo virtual constam temas como “Desafios à participação política feminina”, ministrado pela oficial de justiça do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) e ativista de movimentos sociais, Juscileide Rondon. Na sequência, o tema é “Financiamento de Campanhas Femininas” e será abordado pelo assessor de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias, Jorge Kimura. Já o terceiro tema, “Registro de candidaturas femininas – Aspectos Legais e Jurisprudenciais”, será conduzido pela chefe da Seção de Informações Partidárias Eleitorais (SIPE), Lídia Silvério. O último assunto, “Violência política de gênero”, será abordado pela juíza federal e membro do TRE-MT, Juliana Maria da Paixão Araújo.  

 

Esta é a 2ª Reunião com Representantes dos Partidos Políticos. Longe de ser apenas uma questão de números, a discussão mergulha nas barreiras históricas, culturais e estruturais que ainda limitam o avanço das mulheres na vida pública. A atividade também é uma oportunidade para esclarecer pontos da legislação eleitoral vigente, propondo reflexões urgentes sobre o papel das agremiações partidárias e da própria Justiça Eleitoral para garantir que a voz feminina ecoe com a mesma intensidade e o mesmo peso da masculina nos rumos do estado e do país. 

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O evento é realizado pela Coordenadoria de Processamento (CPRO) e pela Secretaria Judiciária (SJ). Para mais informações sobre o encontro, entre em contato pelo telefone (65) 3362-8142 ou pelo e-mail [email protected]. 

 

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um card de divulgação do evento em preto e tons de rosa. No centro, há duas mulheres sorrindo. No canto esquerdo, aparece a frase “POLÍTICA PARTIDÁRIA DE GÊNERO: ASPECTOS LEGAIS E SOCIAIS” em letras grandes.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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