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Participantes da 9ª Corrida do Bope podem retirar kits da prova a partir desta terça-feira (18)

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A organização da 9ª Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope) inicia, nesta terça-feira (18.2), a entrega dos kits de corrida para todos os participantes inscritos da prova. As entregas acontecem até este sábado (22), no Shopping Pantanal, em Cuiabá.

Já as provas da 9ª Corrida do Bope acontecem nos dias 22 e 23 de fevereiro nas categorias kids e adulto.

O estande da entrega de kits está localizado no piso 2 do shopping, em frente à loja Cacau Show. Os horários das entregas são das 10h às 22h, até sexta-feira (21), e das 10h às 14h, apenas no sábado (22).

Para a retirada dos materiais, o participante deve estar com algum documento de identificação oficial com foto. Neste ano, o kit do atleta é composto pela camiseta da prova, chip de cronometragem e sacola personalizada. Os participantes que completarem o percurso também receberão a medalha da prova.

Nesta edição, a organização da prova concederá para os vencedores, masculino e feminino, o prêmio de R$ 2 mil para a categoria de 10 quilômetros; e R$ 1,5 mil para a categoria de 5 quilômetros.

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As provas da categoria kids acontecem, na tarde do dia 22 de fevereiro, dentro do quartel do Bope. As provas da categoria adulto acontecem na manhã do dia 23 de fevereiro, com largadas e chegadas na frente da unidade policial.

Serviço – Entrega de kits da 9ª Corrida do Bope

Data: 18.2 à 22.2 (terça-feira à sábado)
Horário: 10h às 22h (terça a sexta-feira) e 10h às 14h (sábado)
Local: Shopping Pantanal – Piso 2 (em frente à Cacau Show) – Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3300, bairro Jardim Aclimação, Cuiabá-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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