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Patrulha Rural da PM fecha garimpo ilegal e prende três homens em Alta Floresta

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Equipes da Patrulha Rural do 9º Comando Regional fecharam um garimpo ilegal em funcionamento na zona rural de Alta Floresta, na tarde desta quarta-feira (7.1). Na ação, três homens foram presos em flagrante e duas armas de fogo, mercúrio e demais materiais usados na extração ilegal de minério foram apreendidos.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais do 8º Batalhão se deslocaram para uma fiscalização ambiental após receberem denúncias sobre a existência de um garimpo em uma fazenda localizada nas proximidades da rodovia MT-326.

Os militares realizaram diligências e constataram o funcionamento da extração ilegal de minério, onde máquinas e motores de jatos de água estavam operando. Ainda no local, os três suspeitos foram encontrados e abordados.

Na revista ao grupo, nada de ilícito foi encontrado. Já na verificação ao acampamento montado pelo trio, a PM encontrou uma espingarda adaptada para calibre 22 e uma espingarda de calibre 28.

Também foram encontradas grandes quantidades da substância mercúrio, que é altamente nociva ao meio ambiente, utensílios utilizados para a prática do garimpo e galões contendo óleo diesel para o funcionamento das máquinas.

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Os suspeitos não se pronunciaram sobre a prática do garimpo e receberam voz de prisão, sendo conduzidos para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Os motores e materiais maiores não puderam ser apreendidos, devido as dificuldades para remoção, e foram inutilizados no próprio local, conforme legislação ambiental pertinente.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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