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PM intercepta cegonha com duas caminhonetes adulteradas e prende homem por receptação

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Policiais militares do 10º Batalhão recuperaram duas caminhonetes de origem ilícita e prenderam um homem suspeito de receptação, em Cuiabá, na noite desta quinta-feira (27.11). Os carros estavam sendo transportados com destino ao município de Sinop (a 480 km de Cuiabá).

As equipes receberam informações de que havia um condutor de caminhão-cegonha que transportava veículos com indícios de adulteração, nas proximidades do bairro Tijucal.

Com apoio das equipes do 9º Batalhão da Polícia Militar e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (Derfva), o caminhão foi interceptado em um trecho da BR-364, próximo ao viaduto que dá acesso à Rodovia dos Imigrantes.

Ao ser abordado, o condutor do veículo de carga relatou que seguia para o município de Sinop. Já durante a busca veicular, os policiais militares encaminharam seis automóveis, bem como a cegonha, para uma perícia ainda mais minuciosa.

Na sede da Derfva, houve constatação de que duas caminhonetes modelo Hilux haviam sido adulteradas. O suspeito foi detido em flagrante para registro do boletim de ocorrência. Ele não apresentou informações quanto à origem dos carros.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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