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PM prende homem com espingardas e pistola airsoft sem documentação em Chapada dos Guimarães

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Um homem de 46 anos foi preso pela Polícia Militar por posse ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (16.10), no município de Chapada dos Guimarães. Com o suspeito, a PM apreendeu duas espingardas, munições e uma pistola de airsoft.

O suspeito teve a prisão realizada após a equipe do Grupo de Apoio (GAP) da 1º Cia de PM receber denúncias de populares sobre um homem que estava armado e ameaçando pessoas com o objeto, em um bar, no bairro São Sebastião.

Os policiais foram ao local e foram informados que o suspeito havia fugido em uma motocicleta após ser informado de que a PM seria chamada.

Em seguida, a equipe do GAP iniciou buscas e encontrou o homem em seu veículo. Questionado sobre a denúncia, o suspeito afirmou que possuía uma arma airsoft e não confirmou a situação de ameaça. O homem também disse que teria guardado a arma em sua casa, após sair do bar.

Os policiais foram até a residência do homem e localizaram o objeto, sendo uma pistola airsoft. Também no local, os militares encontraram duas espingardas, de calibre .22 e .32, e munições para o armamento.

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Em depoimento aos militares, o homem disse não ter documentação das armas e que utilizava os objetos no seu trabalho, em uma propriedade rural da região.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Chapada dos Guimarães para registro da ocorrência e demais procedimentos que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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