MATO GROSSO

PM prende três pessoas por tráfico e apreende 126 porções de drogas

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão prenderam nessa sexta-feira (07.3), em duas abordagens distintas, três pessoas e apreenderam 126 porções de entorpecentes, em Várzea Grande, região metropolitana da Capital.

Conforme boletim de ocorrência, durante patrulhamento, a equipe policial flagrou um homem em atitude suspeita, recebendo invólucros pela janela de uma residência, na qual funciona uma boate, na região conhecida como Zero km.

Ao avistar a viatura policial, o homem apresentou nervosismo e tentou esconder os objetos.

Na abordagem ao suspeito, os policiais encontraram quatro porções de substância análoga à cocaína.

De imediato, a equipe entrou no local e, em um dos quartos, encontrou uma mulher, que afirmou vender os entorpecentes e que o homem faz a entrega.

Em buscas, a equipe localizou, em um colchão, 59 porções de substâncias análogas à cocaína. No armário, duas porções de substância análoga à maconha e mais 10 porções de cocaína, e uma quantia de R$40,00 em dinheiro.

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Em outra ação, no bairro Parque das Américas, o Grupo de Apoio (GAP), prendeu um homem que estava em uma moto, transitando em alta velocidade. Na abordagem, a equipe localizou com o suspeito seis porções de substância análoga à pasta base, nove porções de cocaína e 34 porções de maconha.

Diante das informações, os suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.


Disquedenúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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