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PM recupera quatro toneladas de soja furtadas e prende suspeito por receptação

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Policiais militares do 5º Batalhão recuperaram mais de quatro toneladas de soja furtadas, na madrugada desta quinta-feira (09.03), em Rondonópolis. Na ação, um homem de 47 anos foi preso em flagrante pelo crime de receptação.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 5º BPM foi acionada via Ciosp para verificar uma situação suspeita nas proximidades da rodovia federal BR-163. O denunciante afirmou ter visto dois homens descarregando soja em um barracão e achou a atitude suspeita devido a maneira que a dupla se portava e o horário avançado da madrugada.

Imediatamente, a equipe policial se deslocou até o endereço informado e encontrou os dois homens relatados na denúncia. Ao perceber a aproximação da PM, um dos suspeitos fugiu do local, abandonando uma motocicleta Honda Titan vermelha. O segundo suspeito permaneceu no barracão e foi abordado.

Ao ser questionado sobre o carregamento, o homem revelou ter sido contratado por outra pessoa para fazer a limpeza do material. O suspeito não revelou a identidade do contratante e não apresentou documentos que comprovassem a origem legal da carga de soja.

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Os policiais encontraram toda a carga de quatro toneladas de soja espalhadas pelo chão e, ainda, materiais que auxiliam na limpeza de carretas e da carga, como rodos adaptados, sopradores de grãos e materiais de proteção individual. 

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão pelo crime de receptação e foi encaminhado para a Delegacia de Rondonópolis para registro de boletim de ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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