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PM resgata homem mantido refém e prende quadrilha suspeita por sequestro e cárcere privado

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Policiais militares do 1º Pelotão de Nova Ubiratã resgataram, na noite desta segunda-feira (18.11), um homem, de 20 anos, vítima de sequestro, cárcere privado, ameaça e prenderam quatro suspeitos por organização criminosa e porte ilegal de arma de fogo no município.

Na ação, os militares apreenderam um veículo Fiat Pálio, uma pistola, 16 munições 9 milímetros e diversos materiais para possível tortura como faca, fios e madeiras. De acordo com boletim de ocorrência, os policiais militares receberam informações de que a vítima teria sido rendida e colocada à força dentro do veículo utilizado pela quadrilha.

Diante dos fatos, as equipes intensificaram o policiamento na região e durante buscas encontraram um veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia, estacionado em uma residência localizada na Rua Maranhão.

No local, as equipes flagraram dois suspeitos, que após perceberem aproximação dos policiais, dispararam contra as equipes, que revidaram a injusta agressão.

A dupla tentou fugir pulando o muro dos fundos da casa, no entanto foram rendidos em seguida. Em buscas pelo local, os policiais localizaram outros dois suspeitos, que estavam com a vítima rendida dentro da casa.

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Assim que a quadrilha foi abordada, a vítima relatou aos policiais militares que sofreu uma pane mecânica em seu caminhão na rodovia MT-242 e procurou por ajuda. Durante essa tentativa, foi abordada por um dos acusados e, posteriormente, sequestrada e levada até a residência.

Conforme a vítima, a quadrilha planejava torturá-la para extorquir valores, com possibilidade de execução ao término da ação criminosa. No local, os militares apreenderam, ainda, diversos objetos que seriam utilizados na prática de violência, incluindo pedaços de madeira, barras de ferro, fios e outros utensílios. Os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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