A Polícia Civil abre, nesta quinta-feira (29.1), as inscrições para a 11ª Corrida de Cara Limpa Contra as Drogas. O evento, organizado pela Coordenadoria de Polícia Comunitária, será no dia 26 de abril deste ano, com largada às 6 horas e percurso pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA).
As inscrições feitas no período do primeiro lote, até dia 20 de fevereiro, o valor é de R$ 80 reais. Ser houver vagas, será aberto o segundo lote, no período de 21 de fevereiro a 21 de março, com valor de R$ 90 reais. Se ainda restarem vagas, a partir do dia 22 de março, estará disponível o terceiro e último lote, no valor de R$ 100 reais.
A prova é aberta ao público em geral, de ambos os sexos, com idade mínima de 14 anos. A premiação contará com troféu, medalha e valor em dinheiro para classificação geral masculino e feminino, além da categoria policial civil, também masculino e feminino, todos do primeiro ao terceiro lugar. Também haverá premiação com troféus para os dois primeiros colocados de cada faixa etária.
Os policiais civis que fizerem sua inscrição no primeiro lote, até dia 20 de fevereiro, o valor é de R$ 65 (se houver vagas).
O kits que será entregue aos atletas participantes contará com camiseta, sacochila, chip e número de peito e medalha (ao final da prova).
O evento conta com apoio do Governo do Estado, da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), da Assembleia Legislativa (ALMT) e da Associação dos Policiais Civis do Estado de Mato Grosso (Assinpol) e tem como patrocinadores Erva Mate Santo Antônio e Luna Farmácia de Manipulação e Homeopatia.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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