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Polícia Civil apreende arsenal durante cumprimento de buscas em Itanhangá

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Um arsenal, com armas de fogo e munições, foi apreendido pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (3.11), durante cumprimento de três mandados de busca e apreensão domiciliar, no município de Itanhangá. A ação tinha como foco a localização de armas de fogo utilizadas em práticas ilícitas.

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça com base em investigações da Delegacia de Tapurah e resultaram na apreensão de 11 armas de fogo de diferentes calibres e mais de 2.200 munições.

As investigações iniciaram após prisão de um homem flagrado em via pública, portando uma arma de fogo. Na ocasião, o suspeito estava embriagado e atirou para cima.

Diante da possibilidade do suspeito esconder outras armas de fogo em sua residência e em outros imóveis, foi representado pelos mandados de buscas e apreensão nos endereços, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos pelos policiais civis da Delegacia de Tapurah.

Durante as buscas foram apreendidas três pistolas (duas calibre 9 mm e uma .22), um revólver calibre 38, duas carabinas, dois rifles semiautomáticos, três espingardas, sendo uma semiautomática calibre 12 camuflada e mais de 2.200 munições de diferentes calibres.

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Diante dos fatos, todo arsenal foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Tapurah. As investigações seguem em andamento para verificar a origem das armas e outros possíveis crimes ligados ao armamento.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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