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Polícia Civil combate controle de jogo do bicho por organizações criminosas em Rondonópolis

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A Delegacia Regional de Rondonópolis deflagrou, nesta terça-feira (13.08), a Operação Arca de Noé para combater à contravenção penal do jogo do bicho em Rondonópolis e região. Foram cumpridas 16 ordens judiciais de busca e apreensão em pontos comerciais da cidade.

Os mandados de buscas resultaram na apreensão de 37 máquinas semelhantes às de cartões de crédito, que são usadas para os jogos, e em 14 pessoas conduzidas à Delegacia Regional.

O delegado regional Thiago Damasceno destacou que a contravenção penal de jogo do bicho já merece ser combatida pela sua ilicitude e apontou que, por trás da aparente inofensividade, organizações criminosas utilizam os jogos de azar para se capitalizarem e cometerem crimes graves como o tráfico de drogas e de armas, corrupção de servidores públicos, crimes contra a vida e patrimoniais.

“Sabemos que, em um passado não muito distante, Mato Grosso já sofreu com a influência nefasta do jogo do bicho e a ação de hoje visa impedir o fortalecimento e o domínio dessas organizações criminosas”, pontuou o delegado.

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A operação desta terça-feira é a primeira fase da investigação que visa identificar e autuar os membros da organização criminosa que dão sustentação ao jogo do bicho na cidade.

O material apreendido passará por perícia da Politec.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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