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Polícia Civil cumpre buscas contra integrantes de facção criminosa e prende três em flagrante

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A Delegacia da Polícia Civil de Confresa deflagrou, nesta sexta-feira (29.11), a Operação Occultus para cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em cidades da região contra alvos de uma organização criminosa que atua no tráfico de drogas.

A operação, que contou com apoio da Polícia Militar, resultou nas prisões em flagrante de três suspeitos.

Durante as buscas, os policiais resgataram uma vítima que era mantida em cárcere privado e sofria violência. O autor foi preso em flagrante por violência doméstica e tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Mauro Apoitia, os mandados foram cumpridos nas cidades de Confresa e Vila Rica contra alvos que integram uma facção criminosa. Durante as buscas, as equipes policiais apreenderam cinco celulares, drogas, armas e munições.

O cumprimento dos mandados contou com apoio das unidades policiais da Regional de Vila Rica – Delegacia Derf de Confresa, Delegacia de Porto Alegre do Norte e Delegacia de Vila Rica, além do apoio do 10º Comando da PM.

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A Operação Occultus faz parte das ações do pacote de medidas Tolerância Zero contra o crime organizado, lançado pelo Governo de Mato Grosso nesta semana, e também das operações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).

A Renorcrim reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal. É coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para traçar estratégias de inteligência de combate, de forma duradoura, à criminalidade.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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