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Polícia Civil cumpre mandados contra detentos com novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil deflagrou, entre os dias 20 e 23 de outubro, a terceira fase da Operação Incarceratus, em que foram cumpridos 11 mandados de prisão contra criminosos que já estão presos em unidades prisionais de Mato Grosso, mas tiveram novos mandados de prisão decretados pela Justiça.

As ordens judiciais foram cumpridas por equipes da Gerência de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso (Gepol) dentro de cadeias e presídios de Mato Grosso.

Foram cumpridos quatro mandados na Cadeia Pública de Várzea Grande, um na Cadeia Pública de Alto Araguaia, um na Penitenciária de Água Boa, dois na Penitenciária Central do Estado (PCE), dois no Presídio Feminino Ana Maria do Couto e um na Cadeia Pública de Alta Floresta.

Em decorrências de inquéritos instaurados pela Polícia Civil, esses criminosos tiveram novas prisões decretadas por variados crimes, como tráfico de drogas, corrupção de menores, cárcere privado, homicídio qualificado, roubo e extorsão.

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“O cumprimento das ordens de prisão faz com que criminosos que tenham pendências com justiça e que já estejam cumprindo penas em unidades prisionais não recebam o benefício da liberdade condicional e se mantenham recolhidos à prisão”, explicou a delegada Sílvia Pauluzi de Siqueira, titular da Gepol.

A delegada frisou que esse é um dos trabalhos realizados pela Delegacia de Capturas, a busca por pessoas procuradas pela Justiça, que foram condenadas, ou tiveram mandados de prisão preventiva decretados no curso do processo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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