MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre mandados de quatro homens condenados pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta sexta-feira (23.1), quatro mandados de prisão no município, todos expedidos pela Quarta Vara Criminal de Rondonópolis.

As ações resultaram na prisão de quatro homens condenados por crimes graves, cujas penas somadas chegam a 50 anos, dois meses e 21 dias de reclusão, todos a serem cumpridos em regime prisional inicialmente fechado.

O primeiro mandado foi cumprido no bairro Tropical, em desfavor de um homem de 63 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável, com pena de 17 anos e seis meses de reclusão.

Outro mandado foi executado contra um homem de 27 anos, no bairro Dom Osório, condenado por homicídio qualificado, cuja pena é de 12 anos de reclusão, em regime fechado.

Também foi preso um homem de 27 anos, no bairro Jardim Liberdade, condenado pelos crimes de roubo majorado, associação criminosa com aumento de pena e receptação, com pena de 8 anos e 10 meses de reclusão, igualmente em regime fechado.

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O quarto mandado resultou na prisão de um homem de 26 anos, no bairro Jardim Brasília, condenado por roubo majorado, com pena remanescente de 11 anos, 10 meses e 21 dias de reclusão, a ser cumprida em regime fechado.

A Operação Inter Partes é uma macro-operação contínua da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, que integra o programa Tolerância Zero, tendo como um de seus objetivos o cumprimento de mandados de prisão contra integrantes de facções criminosas e autores de crimes graves, reforçando o combate a grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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