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Polícia Civil cumpre mandados em investigação de fraude eletrônica contra shopping de Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (18.09), a Operação Redittus para cumprimento de três ordens judiciais em investigações que apuram os crimes de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro tendo como vítima o shopping da cidade.

Na operação, são cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar, quebra de sigilo telemático e bancário contra o alvo de 33 anos. As ordens judiciais são cumpridas na cidade de Barra Bonita (SP). Durante as buscas, foram apreendidas 10 munições de arma de fogo calibre 22, e o suspeito autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de munições.

As investigações, conduzidas pelo delegado Ruy Peral, apontam que o suspeito teria recebido em sua conta bancária os valores oriundos da transferência ilícita dos valores das rendas/alugueis pagos pelos lojistas do Shopping de Várzea Grande.

O trabalho tem como foco a apuração dos crimes de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro em desfavor da empresa Várzea Grande Shopping, com cifra total de R$ 327.727,79, dos quais cerca de R$ 89 mil foram bloqueados administrativamente.

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O delegado destacou a importância da operação e o trabalho da equipe de analistas do Núcleo de Inteligência da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, bem como ressaltou a parceira dos demais delegados e servidores da unidade policial.

“Todo equipe teve um papel fundamental na apuração dos fatos, e as investigações seguem andamento para apurar o envolvimento de outros possíveis suspeitos e esclarecer outros pontos relacionados à prática criminosa”, disse o delegado.

Reditus

O nome da operação vem do latim faz referência a rendas ou aluguéis recebidos de forma fraudulenta pelo investigado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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