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Polícia Civil de MT prende no Estado do PA dois homens por furto de camionete

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Dois homens investigados por praticarem furtos de camionetes na região norte de divisa de Mato Grosso, foram presos no domingo (2.11), no Estado do Pará, durante ação ininterrupta da Polícia Civil mato-grossense.

As equipes da Delegacia de Polícia de Colíder com apoio da Delegacia de Guarantã do Norte, efetuaram a prisão em flagrante dos dois suspeitos na cidade de Moraes Almeida (PA). Uma camionete furtada também foi apreendida.

As diligências da Delegacia de Colíder iniciaram a cerca de um mês. Após registros de furtos de veículos ocorridos durante eventos festivos na região e com o mesmo modus operandi.

Os crimes aconteceram no início das festas, justamente para retardar a percepção das vítimas e o registro da ocorrência.

Isso permitia que os autores percorressem longas distâncias antes que os veículos tivessem qualquer tipo de restrição inserida nos sistemas de segurança.

O trajeto era planejado, sempre utilizando a divisa entre Mato Grosso e Pará, rota escolhida para dificultar a comunicação e integração entre as forças policiais dos dois estados.

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Durante investigação foi identificado que os integrantes da associação criminosa, residentes em Colíder, estavam planejando mais um furto, durante uma festa em Guarantã do Norte.

Diante das informações, os policiais civis de Colíder com apoio da equipe de Guarantã do Norte, percorrem mais de 600 quilômetros para direção do Pará, e no domingo (2), localizaram os dois homens em Moraes Almeida (PA).

Na posse de um dos presos foi encontrada uma caminhonete com registro de furto. O veículo estava o número do chassi original, mas apresentava adulteração na placa, indicando o início do processo de “clonagem” ou “desmanche” do veículo.

Em seguida o veículo foi apreendido e os dois suspeitos foram apresentados à Polícia Civil do Pará, para as providências cabíveis.

A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma o seu compromisso com a segurança pública, desenvolvendo um trabalho investigativo e minucioso visando o combate ao crime patrimonial e na repressão de organizações criminosas que atuam de forma interestadual.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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