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Polícia Civil desarticula esquema que movimentou mais de R$ 3 milhões com o tráfico em MT

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (11.2) a Operação Mosaico, com objetivo de desarticular um esquema estruturado de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas vinculado a uma facção criminosa com atuação em Mato Grosso.

Ao todo, estão sendo cumpridas 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e quebras de sigilo bancário. As diligências ocorrem simultaneamente em Barra do Garças, Cuiabá, Rondonópolis e Água Boa.

As investigações da 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças são desdobramentos de inquéritos anteriores que identificaram a existência de um núcleo responsável pela movimentação e ocultação de valores provenientes do tráfico de entorpecentes.

Conforme apurado, o grupo investigado teria movimentado mais de R$ 3 milhões em pouco mais de um ano, por meio de diversas transações bancárias consideradas atípicas e incompatíveis com as rendas formalmente declaradas.

Durante a apuração, foram reunidos elementos que apontam para a divisão de funções entre os investigados, incluindo a centralização de recursos financeiros, distribuição de valores a integrantes e possível utilização de contas bancárias de pessoas interpostas para dissimulação da origem ilícita dos valores.

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Os materiais apreendidos nas buscas serão analisados e subsidiarão a continuidade das investigações, que seguem em andamento para aprofundamento da identificação de outros possíveis envolvidos e responsabilização criminal dos investigados.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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