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Polícia Civil esclarece dois furtos em lojas de shopping e prende um dos autores

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, prendeu, nesta sexta-feira (14.11), um dos autores de dois furtos ocorridos em duas lojas de um shopping center na região do CPA, em Cuiabá.

A ação resultou na recuperação de várias peças de roupas furtadas dos estabelecimentos comerciais, além da recuperação de equipamentos de construção civil subtraídos da obra do BRT.

O suspeito, de 57 anos, foi autuado em flagrante por furto qualificado e associação criminosa. Outros dois envolvidos foram identificados, porém ainda não foram localizados.

Os policiais civis da Derf de Cuiabá foram acionados para atender a ocorrência e, nas diligências para apurar os furtos, foi possível visualizar três homens praticando os crimes através das câmeras de segurança.

Um deles foi reconhecido pela equipe, uma vez que possui várias passagens criminais e é contumaz na prática de crimes dessa natureza. Diante dos indícios, os investigadores conseguiram localizar o mesmo.

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Ao ser abordado na posse de parte dos objetos subtraídos, o suspeito apontou o local onde estavam o restante dos produtos. No endereço indicado, o comparsa não foi localizado, mas as peças de roupas furtadas das lojas estavam na sala, em cima do sofá da casa.

Também foram encontrados vários maquinários, os quais foram subtraídos do depósito da obra do BRT. A moradora da residência e esposa desse segundo suspeito foi encaminhada até a Derf de Cuiabá para prestar esclarecimentos sob a suspeita de receptação.

As investigações continuam para localizar os outros dois participantes dos crimes.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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