A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Ribeirão Cascalheira, prendeu em flagrante um homem e apreendeu dois menores de idade, envolvidos no furto de uma motocicleta, ocorrido durante o fim de semana no município.
O furto da motocicleta Honda CG 160cc Start, cor preta, modelo 2023/2024, ocorreu na madrugada de domingo, 11 de agosto, em um bairro residencial da cidade. A vítima, ao sair para o trabalho por volta das 5 horas da manhã, notou que sua motocicleta, que estava estacionada nos fundos de sua residência, havia sido subtraída.
Imediatamente, a equipe da Polícia Civil foi acionada para apuração dos fatos e ao chegar à residência da vítima, encontrou indícios que levaram à identificação e localização dos suspeitos. Pegadas deixadas pelos criminosos foram o ponto de partida para as diligências investigativas, que resultaram na descoberta da residência onde os suspeitos estavam escondidos.
Em buscas na residência, os policiais encontraram diversas peças da motocicleta furtada, incluindo retrovisores, que foram prontamente reconhecidos pela vítima como sendo de sua propriedade. O homem preso em flagrante, e um dos menores apreendidos, confessaram a autoria do furto e revelaram que já haviam cometido outros furtos de motocicletas anteriormente, as quais também foram recuperadas pela equipe policial.
O delegado Diogo Jobane reforça a importância da denúncia por parte da população para coibir a ação de criminosos e garantir a segurança da comunidade. “As investigações continuam em andamento para apura a conexão dos suspeitos com uma rede de furtos de motocicletas na região”, disse o delegado.
Após os trâmites na delegacia, os suspeitos foram colocados à disposição da justiça para os devidos procedimentos legais.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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