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Polícia Civil incinera cerca de 100 quilos de entorpecentes em Porto Alegre do Norte

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Porto Alegre do Norte, realizaram, na manhã desta sexta-feira (16.08), a incineração de cerca de 100 quilos de drogas. A queima ocorreu com a participação do Ministério Público e da Vigilância Sanitária.

Dentre os entorpecentes destruídos, 80 quilos eram de pasta base de cocaína, apreendidos em uma operação da Polícia Militar, realizada na última quarta-feira (14). A apreensão ocorreu em São José do Xingu e resultou na prisão de duas pessoas.

Um terceiro suspeito conseguiu fugir pela mata, mas foi capturado na tarde de ontem (15) em uma operação conjunta entre as Polícias Civil e Militar de São José do Xingu. O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes tráfico e associação para o tráfico de drogas.

A incineração dos entorpecentes, realizada em conformidade com a legislação vigente, contou com a supervisão do delegado Victor Donizete de Oliveira Pereira. Ele ressaltou a importância da destruição rápida desse material como etapa essencial do processo de combate ao tráfico de drogas.

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“Com ações integradas e a colaboração entre as diferentes esferas de segurança, a Polícia Civil reafirma seu papel na defesa da sociedade, buscando sempre a proteção e o bem-estar dos cidadãos. O sucesso dessa ação é um reflexo do comprometimento e da dedicação de todos os envolvidos, desde a coleta de informações até a execução das prisões e a destruição das drogas”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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