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Polícia Civil incinera três toneladas de entorpecentes apreendidos pelas Forças de Segurança

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Três toneladas de entorpecente apreendidos pelas Forças de Segurança foram incineradas pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (02.10), em trabalho realizado pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A destruição da droga, entre maconha, cocaína, anabolizantes, psicoativos e drogas sintéticas, foi realizada em uma empresa de grãos na Rodovia dos Imigrantes.

A droga incinerada foi previamente periciada, com laudos definitivos, toda com autorização dos juízos competentes para ser destruída, sendo referente a procedimentos de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO’s), inquéritos policiais instaurados na especializada.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Vigilância Sanitária (Visa) têm papel fundamental no trabalho de incineração, uma vez que o entorpecente quando apreendido é periciado e antes de ser destruído é novamente conferido por peritos dos órgãos.

O delegado titular da DRE, Wilson Cibulski Júnior, destacou que a destruição da droga é um ato essencial no combate ao tráfico, que marca a conclusão de um procedimento investigativo.

“A queima do material ilícito apreendido é o ato final do trabalho de enfrentamento ao tráfico, destruindo tudo aquilo que movimenta o crime e resultando em um grande prejuízo para aqueles que atuam com a atividade ilícita”, disse o delegado.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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