MATO GROSSO

Polícia Civil interroga autor de feminicídio em Várzea Grande após ser preso por matar outra vítima em MS

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A equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) interrogou, nesta quarta-feira (29.10), um homem investigado pelo crime de feminicídio, ocorrido em junho de 2022, em Várzea Grande. Ele foi preso em flagrante em uma cidade do estado de Mato Grosso do Sul por cometer outro feminicídio.

Além da prisão em flagrante, ele era considerado foragido da Justiça de Mato Grosso. Ele estava com mandado de prisão preventiva decretado em razão do feminicídio que vitimou Silbene Duroure da Guia. A ordem judicial também foi cumprida nesta quarta-feira.

Em interrogatório realizado por videoconferência, conduzido pelo delegado Edison Pick, G.C.S., o homem confessou a autoria do crime, alegando que estava sendo traído pela companheira. A investigação da DHPP apontou que, na verdade, eles já estavam separados.

Conforme apurado no inquérito policial instaurado na DHPP, o crime foi cometido por ciúme e vingança, após o autor não aceitar o fim do relacionamento. A vítima foi morta com golpes de faca, dentro da residência onde o casal morava, durante uma discussão. O suspeito ligou para o irmão logo após o crime e confessou o homicídio. Em seguida, ele fugiu para o estado de Mato Grosso do Sul, no qual também cometeu outro feminicídio e foi preso em flagrante.

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Durante as investigações, foi constatado que o casal mantinha um relacionamento conturbado, com histórico de ameaças, brigas e agressões. O autor e a vítima haviam se separado em 2021, mas ele continuava a persegui-la e ameaçá-la, por não aceitar que a vítima estava começando um novo relacionamento.

“Por meio do interrogatório, ficou claro que ele premeditou o crime, uma vez que foi buscar a vítima no trabalho com o pretexto de que o filho estava doente, mas, na verdade, ele já tinha o plano em mente de tirar a vida da ex-companheira”, explicou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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