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Polícia Civil prende 10 faccionados, sendo quatro envolvidos em homicídio e ocultação de cadáver de jovem em Sorriso

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Quatro integrantes de facção criminosa, envolvidos nos crimes de homicídio e ocultação de cadáver de Luana Bruineis Gonçalves da Silva, 23 anos, foram presos pela Polícia Civil, no final da tarde de terça-feira (11.3), em continuidade às investigações realizadas pela Delegacia de Sorriso com apoio da equipe de policiais da Delegacia de Lucas do Rio Verde.

Três dos investigados, dentre eles a adolescente que atraiu a vítima para a emboscada, já estavam com mandados de prisão e de internação, decretados pela Justiça. O quarto envolvido, que também era investigado pelos fatos, foi localizado em uma residência com outros comparsas, onde foram localizadas diversas porções de entorpecentes.

Além dos quatro envolvidos, outras seis pessoas foram detidas na ação, sendo cinco delas por tráfico de drogas e integrar organização criminosa e uma por favorecimento pessoal, totalizando dez conduzidos. As prisões dos maiores e as apreensões dos menores de idade foram realizadas em três endereços distintos, na cidade de Lucas do Rio Verde.

A ação faz parte da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso para enfrentamento ao crime organizado, dentro do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado para combate à atuação de facções criminosas.

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Com informações de que os envolvidos no homicídio e ocultação de cadáver de Luana estava escondido em Lucas do Rio Verde, foi possível chegar a uma residência no bairro Vida Nova 1, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão contra um dos alvos, de 21 anos O dono da casa foi preso em flagrante pelo crime de favorecimento pessoal.

Em outra residência, no bairro Jaime Seiti Fujii, foi dado cumprimento ao mandado de prisão contra o outro foragido de 45 anos. Após a prisão dos dois foragidos, a equipe de policiais levantou informações de uma terceira residência, onde estariam outros envolvidos no crime.

Os policiais foram até o endereço, onde localizaram a adolescente envolvida no homicídio de Luana, dando cumprimento ao mandado de internação contra a menor. Ao perceber a presença dos policiais, vários integrantes da facção, que estavam no local, tentaram fugir, pulando muros, porém foram detidos.

No interior da residência, foi encontrado em cima de uma mesa, grande quantidade de entorpecentes, dentre eles, 324 frascos da mistura conhecida como “loló’, porções de maconha embaladas em saquinhos ziplock, 22 compridos de ecstasy, três balanças de precisão e aparelhos celulares.

Além da menor, outras seis pessoas (quatro adultos e dois menores de idade) foram detidas por tráfico de drogas, sendo que um deles também teve o envolvimento apontado na morte de Luana. Todos os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde foram interrogados pelo delegado responsável pelas investigações, Bruno França Ferreira.

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Em relação ao quarto envolvido na morte de Luana, além de ser autuado em flagrante por tráfico de drogas o delegado representou pelo mandado de prisão por participação nos crimes de os crimes de homicídio e ocultação de cadáver,

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer outros pontos do crime.

Homicídio

O corpo da jovem Luana Bruineis Gonçalves da Silva foi localizado no dia 03 de março, em uma região de mata, na MT-560, aos fundos do bairro Carolina, em Sorriso. Ela estava desaparecida desde o dia 27 de fevereiro, quando não foi buscar a filha na escola como fazia rotineiramente.

Assim que foi acionada sobre o desaparecimento da jovem, a equipe da Delegacia de Sorriso iniciou as investigações e conseguiu identificar dois possíveis envolvidos no crime. A morte da jovem teria sido decretada por uma facção criminosa em razão da disputa pelo comércio de drogas na região.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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