MATO GROSSO

Polícia Civil prende 4 suspeitos de tentativa de homicídio em Nova Mutum

Publicado em

Quatro homens envolvidos na tentativa de homicídio contra um jovem, na manhã de sexta-feira (13.09), em Nova Mutum, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, poucas horas após o crime.

Os suspeitos foram detidos pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município, e foram autuados por homicídio qualificado tentado, posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

A vítima de 23 anos estava indo para o trabalho quando foi surpreendida por indivíduos em um veículo Fiat Mobi. Na ocasião, um deles desceu do carro e efetuou os disparos de arma de fogo. Mesmo ferido, o jovem conseguiu correr e se esconder nas proximidades.

Logo que acionados para atender a ocorrência, os policiais civis iniciaram as diligências e ainda na tarde de sexta-feira (13), conseguiram identificar e prender os quatro suspeitos.

A ação da Derf resultou também na apreensão de duas armas de fogo (um revólver calibre 38 e uma pistola calibre 9 milímetros), várias munições, dinheiro e no veículo usado no crime.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros combate 10 incêndios florestais nesta sexta-feira (10)

Conforme o delegado Rodrigo Rufato, o excelente trabalho é resultado da dedicação dos policiais civis da Derf de Nova Mutum, que trabalham com experiência e expertise, comprometidos com a segurança pública na região.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Suspeito de empurrar esposa grávida de escada é preso pela PM

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Governo de MT e Prefeitura buscam soluções para segurança e habitação em Cuiabá

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA