MATO GROSSO

Polícia Civil prende casal que despachou 9 tabletes de maconha por meio de transportadora em Cáceres

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Nove tabletes de maconha foram apreendidos pela Polícia Civil, em Cáceres, na tarde de quinta-feira (27.09), numa investigação realizada pela Delegacia Especial de Fronteira (Defron). Um casal responsável por despachar um pacote com entorpecentes foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante os trabalhos da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais da Defron receberam informações de que uma encomenda de drogas estava sendo despachada em uma distribuidora com destino ao município de Várzea Grande.

Com base nas informações passadas, os investigadores foram até o estabelecimento, analisaram as encomendas e encontraram uma caixa de papelão média, onde foram localizados nove tabletes de maconha. Em checagem foi constatado que a encomenda tinha como destino a cidade de Várzea Grande.

Em continuidade às diligências, os policiais pegaram imagens de câmeras de segurança da região em que foi possível visualizar o momento em que um veículo chega à transportadora e uma mulher desce seguida do motorista, que pegam a caixa de papelão e entram no estabelecimento.

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Após identificarem o veículo, os investigadores saíram em diligências e conseguiram localizar o carro parado em um bar, onde foi realizada a abordagem dos suspeitos. O casal foi conduzido à Defron e, durante interrogatório, confessaram que estiveram na transportadora para despachar a encomenda ilícita.

Diante dos fatos, os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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