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Polícia Civil prende criminoso envolvido em série de furtos em comércios de Barra do Garças

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Um homem envolvido em uma série de furtos em lojas comerciais de Barra do Garças foi preso preventivamente pela Polícia Civil, nesta terça-feira (17.3), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-BG).

O criminoso com diversas passagens por crimes patrimoniais estava com mandado de prisão preventiva decretado pela 2ª Vara Criminal de Barra do Garças pelo crime de furto qualificado, após ser identificado em investigações da Polícia Civil.

Segundo as investigações conduzidas pelos policiais da Derf-BG, o suspeito agia pelas madrugadas utilizando ferramenta de metal para quebrar os cadeados afixados nas portas de vidros ou grades de ferros de proteção dos estabelecimentos.

Após entrar nos comércios, ele furtava o que encontrava entre objetos eletrônicos e/ou outros bens de valor. Com o avanço das investigações, foi possível identificar a autoria, sendo representado pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça e devidamente cumprida pelos policiais da Derf.

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Para o delegado responsável pelas investigações, Joaquim Leitão Junior, com a prisão, a Polícia Civil cumpre o seu papel investigativo de persecução penal levando à justiça os responsáveis pelos delitos que comprometem o patrimônio dos empresários locais.

“Com base nas investigações concluídas pela Derf-BG foi possível identificar o autor do crime de furto qualificado, dando a resposta satisfatória a mais uma vítima de prejuízo econômico”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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