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Polícia Civil prende faccionado foragido por homicídio qualificado em Sergipe

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As Polícias Civis de Mato Grosso e Sergipe prenderam, nesta sexta-feira (28.2), um homem, de 20 anos, em Aracaju (SE), investigado por envolvimento em um homicídio qualificado e por participação em uma facção criminosa com atuação na região do Araguaia mato-grossense.

A prisão faz parte da Operação Leviatã III, deflagrada na quarta-feira (26.2), em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), para capturar diversos alvos relacionados a facções criminosas e ao tráfico de drogas.

O suspeito estava foragido desde a primeira fase da Operação Leviatã. Agora, após uma força-tarefa composta pela 1ª e 2ª Delegacias de Polícia Civil de Barra do Garças para levantar o paradeiro do fugitivo, com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil de Sergipe, o mandado de prisão foi cumprido no Bairro América, em Aracaju (SE), onde o suspeito foi localizado e detido.

As investigações apontaram que o detido está diretamente ligado a crimes violentos e atividades ilícitas relacionadas ao tráfico, reforçando sua atuação como integrante de uma facção criminosa de grande influência na região.

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A Operação Leviatã III segue em andamento para identificar e prender outros membros do grupo criminoso. A Polícia Civil incentiva a população a colaborar por meio de denúncias anônimas, fundamentais para o avanço das investigações, além de garantir a segurança da comunidade.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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