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Polícia Civil prende homem por furto de cartões bancários em Guarantã do Norte

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A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (4.12), um homem de 45 anos, suspeito de furtar documentos e cartões bancários e tentar realizar pagamentos por aproximação em um estabelecimento comercial no bairro Aeroporto, em Guarantã do Norte.

A vítima relatou que percebeu a ausência de sua carteira na manhã do ocorrido. Minutos depois, passou a receber notificações de tentativas de pagamento com seus cartões, por meio da tecnologia de aproximação em estabelecimento comercial.

Após o bloqueio imediato dos cartões via aplicativo bancário, a equipe policial deslocou-se até o local indicado. Proprietários do estabelecimento informaram que, por volta das 11h20, um indivíduo em atitude suspeita tentou realizar várias transações, demonstrando nervosismo, olhando constantemente para trás e não sabendo informar a senha após a primeira recusa. Ainda segundo o relato, o suspeito buscava realizar uma compra de R$ 150,00 para, em seguida, retirar o valor em espécie.

O homem foi reconhecido por cometer pequenos furtos. De posse das informações, a equipe policial deslocou-se até o endereço do suspeito.

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No local, ele admitiu ter utilizado os cartões da vítima e relatou que já havia morado anteriormente na residência onde ocorreu o furto, circunstância que teria facilitado a subtração da carteira com os documentos.

Ao receber voz de prisão, o suspeito recusou-se a apresentar seus documentos pessoais e resistiu à abordagem, desobedecendo ordem legal.

Durante a identificação do conduzido na delegacia, foi constatado que o mesmo possuía mandado de prisão em aberto, pelo crime previsto no artigo 157, §2º, VII, do Código Penal.

De acordo com a investigação, ele é suspeito de possíveis furtos e invasões de propriedades na região de Guarantã do Norte, circunstâncias que seguem sob apuração pela Polícia Civil.

Após os procedimentos legais, o preso permaneceu à disposição da autoridade policial para as formalidades do flagrante e cumprimento da ordem judicial.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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