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Polícia Civil prende homem por maus-tratos contra a mãe em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), Criança e Idoso de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), realizou, na manhã desta quarta-feira (26.10), o resgate de uma idosa, de 64 anos, vítima de maus-tratos praticados pelo próprio filho.

Na ação, o suspeito, de 42 anos, foi preso em flagrante pelos crimes de maus-tratos contra a pessoa idosa e apropriação de rendimentos, previstos nos artigos 99, § 1º e 102 do Estatuto do Idoso.

Após receber denúncia de maus-tratos à pessoa idosa, registrada por meio do número 180, a equipe de investigadores da DEDM realizou investigação preliminar para apurar os fatos, e diligenciou junto à psicóloga do CREAS até o endereço da vítima, no bairro Nova Barra Norte.

No local, a idosa de 64 anos foi encontrada sozinha, chorosa, acamada, sem as devidas condições de higiene pessoal, e bastante debilitada. A vítima relatou que estava sem comer desde a noite anterior e que o filho saiu de casa bem cedo, deixando-a sozinha naquelas condições.

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Diante do estado de saúde da vítima, os policiais acionaram o Corpo de Bombeiros que fez o encaminhamento da idosa até a Unidade de Pronto Atendimento. Os policiais iniciaram as diligências para localizar o filho da vítima, que mais tarde, o compareceu à unidade de saúde, para ter notícias da mãe.

Diante dos fatos, os policiais foram até a UPA, onde realizaram a prisão em flagrante do suspeito. Ele foi encaminhado à DEDM de Barra do Garças, onde após ser interrogado pela delegada titular da unidade, Luciana Canaverde, foi lavrado o flagrante.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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