MATO GROSSO

Polícia Civil prende homem que agrediu esposa e enteado em Cáceres

Publicado em

A Polícia Civil prendeu em Cáceres, nesta terça-feira (26.5), um homem, de 38 anos, que agrediu a esposa, de 39 anos, e o enteado, de 13 anos.

O crime ocorreu no bairro Cidade Alta. Segundo relato da vítima, o suspeito estava em visível estado de embriaguez alcoólica e exaltado quando iniciou uma discussão com ela e passou a agredi-la com socos no rosto, causando uma lesão no nariz dela.

O filho da vítima tentou intervir para ajudar a mãe e também foi agredido pelo padrasto com uma marretada na cabeça, ocasionando um corte.

A Polícia Militar foi acionada e as vítimas foram encaminhadas pela equipe para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde ambos ficaram sob cuidados médicos.

Após as agressões, o suspeito fugiu em uma motocicleta.

Assim que acionada, a equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres deu início às buscas ao suspeito. O suspeito foi localizado em um hotel da cidade e preso e um dos quartos.

No momento da prisão, ao ser questionado sobre as agressões, ele respondeu: “Eu deveria ter matado ela”.

Leia Também:  Seduc inicia nova certificação internacional para professores de língua inglesa da rede estadual

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia da Mulher e apresentado à autoridade policial, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Governo de MT destinará no mínimo 15% da receita corrente líquida para investimentos em 2025

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil apreende tabletes de maconha enterrados debaixo de pé de manga em Lucas do Rio Verde

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA