MATO GROSSO

Polícia Civil prende homem que matou colega de moradia com botijão de gás em Água Boa

Publicado em

Um homicídio ocorrido na madrugada do dia 25 de dezembro em Água Boa, em que um homem matou o seu colega de moradia com golpes de botijão de gás, foi esclarecido pela Polícia Civil neste domingo (29.12), após investigações iniciadas para apurar o suposto desaparecimento da vítima.

O suspeito de 29 anos, que dividia a residência com a vítima há aproximadamente 15 dias, matou o colega após uma discussão e responderá pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (25) quando os dois amigos estavam ingerindo bebida alcoólica e iniciaram a discussão. Em determinado momento, o suspeito empurrou a vítima e com o colega caído no chão, pegou um botijão de gás e efetuou dois golpes contra a sua cabeça.

Após o crime, o suspeito colocou o corpo da vítima em uma carretinha e o abandonou em uma estrada vicinal a cerca de 16 quilômetros da área central da cidade.

As investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Água Boa iniciaram somente no domingo (29), após o suspeito procurar a unidade policial para comunicar o desaparecimento da vítima, passando informações inverídicas sobre os fatos com o fim de ocultar a autoria da ação criminosa.

Leia Também:  Etapa final do Festival de Quadrilhas Juninas 2023 acontece em Tangará da Serra neste fim de semana

Durante a investigação, foram constatadas diversas inconsistências nos relatos do suspeito e de outras testemunhas. Também foram coletadas imagens de câmeras de segurança da rua que constataram que o colega de moradia da vítima estava mentindo sobre os fatos.

Diante das evidências, o suspeito foi novamente interrogado pelo delegado Danilo Rodrigues, ocasião em que confessou o crime e indicou o local onde havia ocultado o corpo da vítima. Na residência dos envolvidos, foram coletadas amostras de sangue.

Após a localização do corpo e esclarecidas as circunstâncias do crime, o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e responderá em inquérito policial por homicídio qualificado.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Unidade móvel de prevenção à tuberculose atendeu 1.283 reeducandos e servidores do sistema penitenciário

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA