MATO GROSSO

Polícia Civil prende homem que tentou matar ex-companheira por não aceitar fim de relação

Publicado em

Policiais da Delegacia de Juruena prenderam, nesta quarta-feira (28.08), um homem investigado por tentar matar a ex-companheira, em junho deste ano. A vítima sofreu 22 golpes de faca, mas sobreviveu após um intenso tratamento médico.

L.R., de 41 anos, foi localizado em uma fazenda no Distrito de Conselvan, a 160 quilômetros da cidade de Aripuanã. A equipe de investigação de Juruena, com apoio da delegacia de Aripuanã, conseguiu fazer a prisão após monitorar o investigado.

Na manhã de terça-feira, os policiais chegaram à propriedade rural onde o investigado estava escondido. Ao avistar os investigadores, ele fugiu e foi perseguido, mas acabou se embrenhando na mata.

Pensando que os policiais civis já haviam saído do Distrito de Conselvan, o investigado retornou à fazenda. Contudo, uma equipe de investigadores havia permanecido no local escondida, após mais de 12 horas de espera, e conseguiu cumprir o mandado de prisão.

O autor da tentativa de feminicídio foi encaminhado à Delegacia de Aripuanã e depois enviado a uma unidade prisional da região.

Leia Também:  Bombeiros militares resgatam homem que caiu em fossa de três metros

De acordo com o delegado de Juruena, Lucas Santos, o investigado tem um histórico de agressões contra a vítima e não aceitava o término do relacionamento com a ex-companheira. Ele já tinha sido preso anteriormente por violência física.

A tentativa de feminicídio ocorreu no dia 16 de junho, dentro da casa da vítima. A Polícia Militar foi comunicada sobre a entrada de uma mulher no hospital de Juruena com ferimentos causados por arma cortante, em estado grave. Foram identificadas mais de 22 ferimentos.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso lança projeto social de karatê em Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Programas sociais idealizados pela primeira-dama de MT destinaram mais de R$ 2,8 milhões para Dom Aquino e Nova Xavantina

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA