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Polícia Civil prende homem que torturou esposa por mais de 12 horas em Porto Alegre do Norte

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Um homem que torturou a esposa por mais de 12 horas foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã de terça-feira (17.09), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Porto Alegre do Norte.

O suspeito, de 34 anos, foi autuado em flagrante pelo crime de tortura, com pena de até 8 anos de reclusão.

As investigações iniciaram na manhã de terça-feira (17), quando a vítima conseguiu escapar do agressor enquanto ele dormia e procurou a delegacia para denunciar as agressões sofridas.

De acordo com o relato da vítima, o marido, motivado por ciúmes, iniciou as agressões durante a noite, durando até o amanhecer. Na ocasião o suspeito, que estava embriagado, manteve a vítima sob intensa tortura física e psicológica. Ao amanhecer, em razão do consumo excessivo de álcool, o suspeito adormeceu, momento que a vítima aproveitou para fugir e buscar ajuda.

Assim que tomou conhecimento do caso, a Polícia Civil, agiu rapidamente, realizando diligências, sendo poucas horas depois, o agressor localizado e preso, enquanto caminhava pelas ruas da cidade à procura da esposa.

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Segundo o delegado de Porto Alegre do Norte, Victor Donizete, a Polícia Civil está atenta aos casos de violência doméstica e não medirá esforços para garantir que os agressores sejam devidamente responsabilizados por seus atos.

“Esse caso reforça a importância do trabalho diligente e ágil da Polícia Civil de Porto Alegre do Norte no combate à violência doméstica, agindo prontamente para proteger as vítimas e garantir que os responsáveis pelos crimes sejam levados à justiça”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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