MATO GROSSO

Polícia Civil prende mulher alvo de operação que apura homicídios em Cuiabá e Várzea Grande

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta segunda-feira (15.12), mais um alvo da Operação Ditadura Faccional CPX, deflagrada no dia 5 de dezembro, para apurar homicídios em Cuiabá e Várzea Grande.

A suspeita foi presa pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá e é apontada como membro de uma facção criminosa, diretamente ligada ao homicídio de José Wallefe dos Santos, ocorrido no dia 8 de agosto, em um complexo habitacional em Várzea Grande.

Na ocasião, a vítima, a esposa e o filho foram rendidos por integrantes de uma facção criminosa em razão de uma possível disputa por território. O filho do casal, de apenas dois anos, teria ficado sob os cuidados de terceiros, moradores do residencial.

O corpo de José Wallefe foi encontrado no dia 20 de agosto, em uma cova rasa, em uma área de mata nos fundos do residencial, já com sinais de putrefação e também apresentava sinais de violência e lesões provocadas por arma branca.

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As investigações apontaram que a suspeita presa nesta segunda-feira teria presenciado o homicídio de José Wallefe, concordado com o crime e teria sido a agressora da vítima sobrevivente, a esposa de José. Ela também teria ficado com o filho do casal por alguns dias, até o bebê ser devolvido à mãe.

Ela também seria quem encaminhou a vítima, que estava com o braço quebrado devido às agressões, para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A investigada, que mora no Residencial Isabel de Campos, em Várzea Grande, estava foragida desde a deflagração da operação, mas procurou a DHPP de Cuiabá na manhã desta segunda-feira (15.12), acompanhada de um advogado. Ela foi interrogada e será encaminhada para a audiência de custódia.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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