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Polícia Civil prende seis faccionados envolvidos em homicídio em São José dos Quatro Marcos

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de São José dos Quatro Marcos, deflagrou, na manhã de quinta-feira (13.3), a Operação Jazida, para cumprimento de 12 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão, contra envolvidos no desaparecimento e homicídio de um homem, ocorrido em novembro de 2024, no município.

A Operação Jazida integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso no enfrentamento às facções criminosas, por meio da operação Inter Partes, e faz parte do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

As investigações iniciaram no dia 02 de novembro de 2024, após familiares da vítima procurarem a Delegacia de São José do Rio Claro para comunicar o desaparecimento de Marcelo Ferreira Costa, de 31 anos. Segundo informações, a vítima vinha sofrendo ameaças em razão de uma suposta dívida com integrantes de uma facção criminosa.

Cerca de uma semana depois, no dia 10 de novembro de 2024, uma ossada humana totalmente carbonizada foi localizada em uma área de cascalheira próxima ao Rio Cabaçal, no município de Rio Branco. Após exames periciais, constatou-se que os restos mortais pertenciam à vítima.

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No decorrer das investigações conduzidas pela Delegacia de São José do Rio Claro, foram reunidas provas e indícios, que possibilitaram a representação pelos mandados judiciais de busca e prisão, que foram expedidos pelo Poder Judiciário.

A operação contou com a participação de equipes da Polícia Civil de São José dos Quatro Marcos, com apoio das delegacias de Araputanga, Porto Esperidião, Mirassol D’Oeste, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e Municipal de Cáceres, além de apoio dos peritos da Politec, que realizaram exames no local onde a vítima teria sido torturada.

O delegado responsável pela investigação, Thiago de Souza Meira, destacou o empenho das equipes envolvidas na operação e agradeceu ao Ministério Público e ao Poder Judiciário pela celeridade na análise das representações.

“Sabemos que nem sempre conseguimos dar as respostas no tempo que a sociedade deseja. No entanto, a Polícia Civil preza por uma investigação criteriosa, respeitando os trâmites legais e processuais, para garantir um trabalho sólido e embasado, essencial para a ação penal futura”, ressaltou o delegado.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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