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Polícia Civil prende suspeito de matar homem em Nova Bandeirantes por dívida de drogas

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (14.5), um homem, de 28 anos, suspeito do homicídio de Heleno Souza Amorim, 48 anos, ocorrido no dia 11 de maio, no Garimpo Juruena, na área rural de Nova Bandeirantes.

A vítima foi encontrada com ferimento de arma de fogo em via pública afastada. As investigações da Delegacia de Nova Bandeirantes identificaram rapidamente o suspeito e reuniram um robusto conjunto de provas.

A captura nessa quinta-feira foi resultado de diligências ininterruptas conduzidas por três dias consecutivos pela equipe da Delegacia de Nova Bandeirantes, com apoio da Delegacia de Paranaíta, equipe que efetuou a prisão.

Após a fuga do suspeito para área de mata na região do garimpo, as investigações identificaram que ele havia se deslocado para a cidade de Alta Floresta, onde foi localizado na residência de seus familiares e preso.

Em interrogatório, o suspeito confessou a prática do crime. As investigações apontam que a causa do homicídio foi dívida de drogas. O suspeito possui extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas e outros delitos em diferentes comarcas do Estado.

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“A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil com a segurança pública nas regiões de garimpo e áreas remotas do norte de Mato Grosso, onde a atuação integrada entre delegacias tem sido determinante para a elucidação de crimes graves e a responsabilização de seus autores”, afirmou o delegado Matheus Oliveira.

As investigações prosseguem para apuração de outras circunstâncias do crime e identificação de eventuais envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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