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Polícia Civil prende três pessoas, apreende adolescente e fecha ponto de venda de drogas

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A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (25.3), dois homens, de 25 e 35 anos e uma mulher, de 29 anos, por tráfico de drogas, corrupção de menores, ameaça e promover organização criminosa, e apreendeu uma adolescente, de 13 anos, por crime análogo a tráfico de drogas, em Vila Bela da Santíssima Trindade.

A ação teve início após uma denúncia anônima de movimentação suspeita, com característica de tráfico de drogas, em uma residência próxima ao Conjunto Habitacional Vida Nova.

Diante das informações, uma equipe da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade foi até a casa e constatou se tratar de um imóvel já monitorado pela unidade policial como ponto de venda de drogas e de apoio a integrantes de organização criminosa.

Quando a equipe chegou e deu a ordem para que todos saíssem com as mãos pra cima, um dos suspeitos do sexo masculino tentou fugir correndo e pular o muro. Na sequência, outros três, um homem, uma mulher e uma adolescente, também desobedeceram à ordem policial.

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Diante disso, os policiais arrombaram o portão, entraram na casa e realizaram a abordagem do grupo. O suspeito de 35 anos resistiu à prisão e precisou ser algemado. Além disso, ele ameaçou os policiais dizendo que “isso não vai ficar assim”.

Dentro da casa, a equipe encontrou e apreendeu quatro tabletes de pasta base de cocaína, com 1kg cada um, e quatro sacos plásticos com cocaína. Também foram apreendidos três celulares, sendo que dois deles estavam danificados, possivelmente pelos próprios suspeitos, ao perceberem a presença policial.

Todos foram levados para a delegacia, assim como o material apreendido, para a adoção das medidas cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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