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Polícia Civil prende três suspeitos e esclarece homicídio em menos de 24 horas em Barra do Garças

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Três pessoas que tiveram o envolvimento identificado em um homicídio ocorrido em Barra do Garças foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (19.6), menos de 24 horas após o crime.

Entre os presos estão três homens, sendo um de 29 anos e dois de 20 anos de idade, que responderão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

A investigação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças com apoio da Delegacia de Alto Araguaia, com apoio de outras unidades da instituição e demais forças de segurança. As diligências iniciaram imediatamente após a comunicação do desaparecimento da vítima e da posterior localização do corpo às margens do Rio Garças, no município de Pontal do Araguaia.

As circunstâncias indicavam a prática de homicídio qualificado seguida de ocultação de cadáver. Desde os primeiros levantamentos, equipes da Polícia Civil, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Corpo de Bombeiros Militar atuaram de forma integrada na preservação do local, coleta de vestígios e realização das providências periciais necessárias para a produção da prova técnica.

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Também foram realizadas buscas complementares para localização de outros elementos relacionados à dinâmica criminosa. Durante a investigação, os policiais civis realizaram levantamentos de informações, oitivas de testemunhas, trabalhos de campo e análise de dados, permitindo a reconstituição de parte significativa dos fatos e a identificação dos indivíduos supostamente envolvidos.

As diligências desenvolvidas pela equipe de investigação possibilitaram a prisão em flagrante de um dos suspeitos, de 29 anos, em Barra do Garças.

A partir das informações produzidas pelos investigadores, a Polícia Civil de Alto Araguaia localizou e prendeu os outros dois envolvidos, ambos de 20 anos de idade, demonstrando a efetiva integração entre as unidades policiais.

As investigações apontam, em tese, possível relação dos investigados com facção criminosa, hipótese que continua sendo apurada por meio de diligências complementares e produção de novas provas, visando ao completo esclarecimento dos fatos e à responsabilização de todos os envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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