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Polícia Civil realiza busca em Centro de Treinamento de Artes Marciais para apurar crime de pedofilia

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A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (15.07), mandado de busca e apreensão em um Centro de Treinamento de Artes Marciais, no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), para apurar crime de pedofilia.

O trabalho de busca realizado pelos policiais civis de Confresa contou com apoio da equipe de Porto Alegre do Norte, e resultou na apreensão de aparelhos celulares que serão periciados.

A ordem decretada pelo juízo da Comarca de Porto Alegre do Norte, decorreu da investigação em andamento na Delegacia de Polícia, que apura suposto aliciamento de menores para compartilhamento de conteúdo sexual.

Conforme indícios preliminares, um dos instrutores vinha aliciando e instigando uma criança de 11 anos a compartilhar conteúdo de natureza sexual.

A Polícia Civil também apura outras condutas ilícitas no local, onde diversas crianças e adolescentes participam dos treinamentos.

O delegado que coordena as investigações, Victor Donizete de Oliveira Pereira, falou sobre a importância de proteger as crianças e adolescentes da região, sendo prioridade para a Polícia Civil combater qualquer forma de exploração e abuso sexual, garantindo que os responsáveis sejam devidamente punidos.

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“A instituição reforça seu compromisso com a segurança e proteção das crianças e adolescentes, e encoraja a comunidade a denunciar. A colaboração da sociedade é fundamental para o sucesso de nossas ações. Juntos, podemos construir um ambiente seguro e protegido para nossas crianças, e quem tiver informações ou denúncias pode procurar a Polícia Civil”, destacou o delegado.

As investigações continuam visando identificar outros possíveis envolvidos e garantir que todas as vítimas recebam o apoio necessário.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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