A Polícia Civil reúne, nesta terça-feira (12.11), em Cuiabá, 40 servidores da segurança pública da Região Centro-Oeste do Brasil para o 1º Encontro de Enfrentamento ao Roubo de Cargas. O encontro, promovido pela Acadepol, contou com a parceira do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Mato Grosso.
Os profissionais, entre policiais civis de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, e policiais rodoviários federais, participam do curso visando o enfrentamento aos crimes de roubo, furto e desvio de cargas.
A proposta do encontro é a formulação de estratégias inovadoras para o combate ao roubo de cargas, produção de material científico relevante para a segurança pública, além da criação de um modelo sustentável de cooperação interestadual.
Presente no encontro, o delegado titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (DERF), Santiago Sanches, destacou a relevância do curso para as atividades desenvolvidas pela DERF.
“O curso une policiais de vários estados e segmentos do ramo de transporte do setor privado, permitindo o intercâmbio de informações e troca de conhecimentos de quem está na ponta, no combate ao roubo de cargas”, frisou o Santiago Sanches.
O diretor de Ensino da Polícia Civil, delegado Fausto Freitas, falou sobre a importância do assunto que afeta a economia e a segurança dos estados.
“É uma demanda que precisa de atenção das autoridades, das forças de segurança, sobretudo na questão investigativa, que é por onde podemos atingir e desestruturar as organizações criminosas”, disse o diretor da Acadepol.
Em seguida, a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, afirmou o quanto a instituição está no caminho certo, buscando ações estratégicas que trazem resultado.
“Não existe outro caminho que seja fora da investigação, da responsabilização, do apontamento de autoria e da prisão desses responsáveis”, afirmou a delegada-geral.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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