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Polícia Comunitária leva serviços e ações de saúde para assentamento rural em Nova Mutum

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Nesta sexta-feira (31.03), na comunidade rural de Pontal do Marapé, distrito de Nova Mutum (260 km de Cuiabá), acontece a 10ª Edição do Projeto Comunidade Integrada, uma ação da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) realizada por meio da Coordenadoria de Política Comunitária.

Durante o dia todo, na Escola Municipal do Campo Jorge Carlos Ferreira, equipes da Polícia Comunitária, da Polícia Militar, Exército Brasileiro, Politec, Federação dos Conselhos de Segurança Pública, Lyons Clube, entre outros órgãos atuarão em parceria.

Os quase 250 alunos da unidade escolas, família de pequenos produtores e trabalhadores de propriedades rurais poderão fazer carteira de identidade, exames médicos (consulta oftalmológica, por exemplo), além de orientação na área jurídica. Também assistirão palestras sobre prevenção, como denunciar e os direitos das mulheres vítimas de violência doméstica.

O tenente-coronel Sebastião Carlos Rodrigues da Silva define o Projeto Comunidade Integrada como uma linha de aproximação das forças de segurança com a sociedade civil organizada, sobretudo nos lugares que possuem maior vulnerabilidade social, com a finalidade de promover ações sociais ao público infanto-juvenil escolar e à comunidade.

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Serviço | 10ª Edição do Projeto Comunidade Integrada

Local: Comunidade Rural Pontal do Marapé, distrito de Nova Mutum, na Escola Municipal do Campo Jorge Carlos Ferreira
Data: Sexta-feira (31.03)
Horário: Das 9h às 17h

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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