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Polícia Militar apreende 411 quilos de pasta base de cocaína e causa prejuízo de R$ 7,5 milhões às facções

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A Polícia Militar apreendeu 411 quilos de pasta base de cocaína escondidas na carroceria de uma caminhonete, na noite desta segunda-feira (3.3), na cidade de Pontes e Lacerda. A apreensão causou prejuízo de R$ 7,5 milhões às facções criminosas. Um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

As equipes policiais do 12º Comando Regional estavam em patrulhamento e flagraram uma caminhonete Hilux trafegando em alta velocidade na região central da cidade. Diante da suspeita, os militares iniciaram tentativa de abordagem, momento em que o condutor do veículo fugiu.

Os policiais solicitaram reforços e fizeram acompanhamento à caminhonete, que realizava manobras perigosas, colocando a vida de transeuntes em risco. Rapidamente, a Polícia Militar conseguiu fazer cerco e interceptar a ação do suspeito, que foi detido.

Em verificação ao automóvel, os policiais localizaram 40 fardos contendo tabletes de substância análoga a pasta base de cocaína, totalizando 411 quilos de drogas.

Para os policiais, o suspeito afirmou que iria guardar o carregamento de drogas e que receberia uma quantia em dinheiro pelo transporte do entorpecente.

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O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia da cidade, com as drogas e a caminhonete apreendidas, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

A ação faz parte das operações Protetor das Fronteiras e Divisas e Tolerância Zero, que contam com a força-tarefa das equipes da Polícia Militar e Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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