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Polícia Militar aumenta apreensões de drogas em 438% e número de operações cresce 148% nos últimos três meses

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A Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu mais de 9,1 toneladas de drogas e aumentou em 438% as apreensões de entorpecentes nos últimos três meses, em todo o Estado. Os números são do período de 25 de novembro de 2024 até a última terça-feira (25.2), e são referentes às ações dentro do programa Tolerância Zero Às Facções Criminosas do Governo do Estado. No mesmo período do ano anterior, pouco mais de 1,6 tonelada foi apreendida.

Os dados foram divulgados pela Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (Spoe) da Polícia Militar e também mostram que, de novembro de 2024 a fevereiro deste ano, as ações e operações em todos os Comandos Regionais da corporação saltaram de 1.449 para 3.594, representando um aumento de 148%.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, destaca que a Operação Tolerância Zero é realizada diariamente em todos os 142 municípios do Estado e que todo o planejamento operacional está intensificado com ações de combate às facções criminosas e a segurança de todos os cidadãos mato-grossenses.

“Este resultado mostra a consolidação dos investimentos realizados e que continuam sendo feitos pelo Governador Mauro Mendes na área da segurança pública e o compromisso da gestão em dar tolerância zero a todos os tipos de crime. Vamos continuar trabalhando firmemente, com nossos policiais cada vez mais equipados e capacitados, dando pronta resposta às facções e ao crime no combate às facções criminosas”, ressaltou o comandante-geral.

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Logo na primeira semana da operação, em novembro de 2024, a Polícia Militar, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu 484 quilos de maconha, em Santo Antônio do Leverger. Um homem foi preso em flagrante.

Ainda em 2024, no mês de dezembro, ação integrada da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e PRF resultou na apreensão de mais de 1 tonelada, em Alto Taquari. Mais uma pessoa foi presa em flagrante nesta ocorrência.

Em janeiro de 2025, a Polícia Militar esteve à frente da retirada de circulação de mais 4 toneladas de entorpecentes. Entre os destaques, estão a apreensão de 1,1 tonelada de maconha, na cidade de Itiquira, logo na primeira semana do ano, onde uma pessoa foi presa. Além disso, mais 1 tonelada de cocaína foi apreendida, em conjunto com o Gefron, em Pontes e Lacerda, onde dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

Já no dia 15 de fevereiro, a Polícia Militar e a Polícia Federal realizaram a maior apreensão de drogas do ano, com o encontro de 1,5 tonelada de cocaína, na zona rural de Juruena. As drogas foram localizadas em uma pista clandestina de pouso, após denúncias de fazendeiros da região. Somente nesta ocorrência, mais de R$ 100 milhões foram contabilizados em prejuízo para as facções criminosas.

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Mais produtividade

A Polícia Militar também ampliou os registros dos Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). Nos últimos 90 dias, foram registrados 944 TCOs. O subchefe de Estado-Maior Geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel José Nildo de Oliveira, explica que os TCOs são registrados para ocorrências de menor potencial e agilizam o trabalho e a mobilidade das equipes policiais de serviço.

“Os provimentos de TCO são aplicados a delitos com penas máximas que não sejam superiores a dois anos, onde as partes envolvidas já saem com encaminhamento ao Poder Judiciário para andamento do processo. Isso permite uma flexibilização e celeridade do trabalho das equipes de serviço, que ficam assim mais tempos nas ruas e empenhados no atendimento de mais ocorrências e no patrulhamento da segurança aos cidadãos”, explica.

Além disso, a Polícia Militar já conduziu para as delegacias mais de 6,3 mil pessoas, sendo 2.680 prisões em flagrante. Ainda durante a Operação Tolerância Zero, 600 pessoas foragidas da Justiça tiveram mandados de prisões cumpridos, 357 armas de fogo e simulacros foram apreendidos e 238 veículos furtados ou roubados foram localizados pela corporação.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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