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Polícia Militar conduz à delegacia três membros de facção criminosa e liberta vítimas de sequestro

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Policiais militares do 11º Batalhão libertaram seis homens vítimas de cárcere privado, na madrugada desta quinta-feira (10.10), em Sinop. Na ação, dois homens foram presos e um adolescente apreendido pelos crimes de formação de quadrilha, tortura, tentativa de homicídio e sequestro.

As vítimas foram encontradas após as equipes policiais receberem informações sobre um grupo de trabalhadores do Maranhão que havia sido sequestrado por membros de uma facção criminosa. De acordo com as denúncias de moradores da região, os homens estavam sendo mantidos em cárcere em uma residência, na área urbana.

Os policiais militares se aproximaram do endereço informado e encontraram dois homens que estavam fazendo o trabalho de vigilância do local, momento em que identificaram gritos e ameaças vindos da residência.

As equipes iniciaram abordagem e foram recebidas a tiros pelos criminosos que faziam a vigilância. Os militares revidaram a agressão, mas não encontraram os suspeitos.

Em seguida, a PM entrou na casa e conseguiu deter três homens, entre eles o menor de idade, que não resistiram à prisão. Também dentro da casa, as seis vítimas do sequestro foram encontradas. Os homens estavam deitados no chão e amarrados pelas mãos e pés.

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Ao serem libertadas, as vítimas disseram que estavam em uma residência, que serve como alojamento, quando foram abordadas por cerca de 10 criminosos armados que anunciaram o sequestro e faziam diversas ameaças de morte.

Na sequência, as vítimas foram levadas em carros até a casa onde estavam sendo torturadas pela quadrilha.

Os três criminosos encontrados na casa receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Sinop para registro da ocorrência. As forças policiais seguem em diligências na busca dos demais envolvidos no crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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