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Polícia Militar e PRF apreendem 51 tabletes de cocaína e causam prejuízo de R$ 1 milhão ao crime

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Uma ação integrada entre policiais militares do 13º Comando Regional e a Polícia Rodoviária Federal apreendeu, na manhã desta terça-feira (18.2), 51 tabletes de substâncias análogas à cocaína, no município de Ribeirão Cascalheira (751 km de Cuiabá). O prejuízo causado ao crime é de cerca de R$ 1 milhão.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, os policiais militares do 1º Pelotão foram acionados pelas equipes da Agência Regional de Inteligência, de que um veículo Prisma estaria transportando grande quantidade de entorpecentes.

Diante das informações, os militares, com apoio da PRF, intensificaram o policiamento na região e identificaram o condutor de um carro com as mesmas características apresentadas na denúncia na Ponte do Ribeirão, na entrada do município.

Após abordagem do motorista e busca veicular, os policiais encontraram diversos tabletes de cocaína escondidos embaixo do banco. Além disso, foram localizados mais drogas armazenadas nas laterais do carro e no compartimento do estepe.

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À PM, o suspeito alegou que buscou as drogas na fronteira do país e que estava levando para o Estado do Pará. O suspeito, a carga ilegal e o veículo foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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