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Polícia Militar impede “rolezinho” de motoqueiros em Rondonópolis

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A Polícia Militar de Mato Grosso impediu mais um encontro de motociclistas irregulares, o chamado “rolezinho”, na noite desta quarta-feira (25.12), em Rondonópolis, durante operação de fiscalização contra crimes de trânsito.

As equipes policiais de Rondonópolis receberam informações, via setor de inteligência, sobre o “rolezinho” que ocorreria no período noturno. De acordo com as informações, o grupo se reuniria nas proximidades do Anel Viário, em frente ao Parque das Laranjeiras.

Os policiais do 5º Batalhão se aproximaram do local e flagraram um grupo de cerca de 70 pessoas sem capacete em motocicletas sem placas, sem retrovisores e com escapamentos abertos.

Ao notarem a aproximação policial, os suspeitos fugiram, sendo que alguns abandonaram as motos no local. Durante perseguição a alguns grupos, os militares conseguiram prender três homens e apreender uma adolescente, que caíram no chão durante a tentativa de fuga.

Também foram apreendidas 13 motocicletas e 31 Autos de Infração de Trânsito (AITs) foram aplicados contra os veículos. Todas as motos foram encaminhadas para a 2º Ciretran de Rondonópolis para as providências cabíveis.

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Outra ação

Em Cuiabá, na madrugada desta quarta-feira (25.12), outro “rolezinho” foi combatido pela Polícia Militar. Vinte e cinco policiais militares das equipes da Companhia de Rondas e Ações Ostensivas Tático Móvel (Raio), Força Tática do 1º Comando Regional e do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) atuaram na ação, em que 105 multas foram aplicadas.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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